18 fevereiro 2008

World Press Photo 2008

Aqui fica a dica para visitarem as fotos vencedoras deste ano do World Press Photo. Esta é a do português Miguel Barreira que conseguiu o 3.º lugar na categoria desportos de acção.



Espreitem aqui as outras vencedoras:

http://www.worldpressphoto.org/index.php?option=com_photogallery&task=blogsection&id=18&Itemid=187&bandwidth=high

Calcular a pegada de carbono

"Act on CO2" - Calcular a "pegada de carbono"

Uma calculadora online que oferece a possibilidade de descobrir a "pegada de carbono" de cada pessoa, utilizando dados e cálculos reconhecidos pelo governo, foi lançada recentemente pelo Ministério do Ambiente do Reino Unido.

Através da calculadora, é possível saber de forma fiável a "pegada de carbono" da su acasa, equipamentos utilizados e transporte.

Pode encontrar a calculadora em www.direct.gov.uk/actonCO2

in INGENIUM Nov/Dez 07

Cá em Portugal também existe a iniciativa Carbono Zero, onde podemos ficar a saber que quantidade de CO2 emitimos para a atmosfera e que iniciativas existem para podermos reduzir e compensar as emissões que lançamos para o planeta:

www.carbono-zero.com

17 fevereiro 2008

Pormenores de Angola

A segurança

A rapidez dos chineses

Tem sede? Experimente um coppo d'água!

O último jantar em Luanda (com publicidade...)

16 fevereiro 2008

Letras para caminhar

Perfect Day é a minha música preferida do Lou Reed, que tem outra mais adequada ao tema deste blog, feito com pés: Walk on the Wild Side.
Hooly, Candy, Joe, Sugar Plum Fairy e Jackie são as personagens que nos incitam a "Take a walk on the wild side". É mesmo isso: "Hey honey, Take a walk on the wild side"!
And the coloured girls go doo do doo do doo do do doo...

14 fevereiro 2008

A história do Valentim


Acreditem na que quiserem. Os brasileiros explicam-na assim:

As comemorações dos Dias dos Namorados possuem várias explicações possíveis, baseadas na tradição cristã, romana e pagã. A Igreja Católica reconhece três santos com o nome de Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no Século III, em Roma, onde os casais celebram seu dia, em 14 de Fevereiro.
Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II, que queria constituir um exército romano grande e forte, mas não conseguiu atrair muitos soldados, porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias e partirem para a guerra. Assim, o imperador proibiu os casamentos entre jovens e Valentim, revoltado, resolve realizar casamentos secretos. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
Já na Roma Antiga, a data era celebrada em 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) no festival Os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua namorada durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).
Com o tempo, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França - e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX.
Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se cria que o dia 14 de Fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.
No Japão existem dois dias dos namorados. O primeiro é 14 de Fevereiro, quando as mulheres dão presentes e chocolates para amigos, namorados e afins. E no dia 14 de Março é a vez dos homens retribuírem o presente.

http://www.esteticderm.com.br/amenidades/namorados.htm

Dia de São Valentim

Neste Dia de São Valentim, no qual os namorados celebram os seus amores, vale a pena ouvir uma música original dos Dire Straits, Romeo and Juliet (mas na versão dos The Killers, que prefiro):

A lovestruck Romeo, sings the streets a serenade
Laying everybody low with a love song that he made
Finds a streetlight, steps out of the shade
Says something like, "You and me, babe, how about it?"

Juliet says, "Hey, it's Romeo, you nearly gave me a heart attack"
He's underneath the window, she's singing
"Hey, la, my boyfriend's back
You shouldn't come around here, singing up people like that
Anyway, what you gonna do about it?"

Juliet, the dice was loaded from the start
And I bet, and you exploded in my heart
And I forget, I forget.. the movie song
When you gonna realize, it was just that the time was wrong, Juliet?

Come up on different streets, they both were streets of shame
Both dirty, both mean, yes and the dream was just the same
And I dream your dream for you and now your dream is real
How can you look at me, as if I was just another one of your deals?

Well, you can fall for chains of silver, you can fall for chains of gold
You can fall for pretty strangers and the promises they hold
You promised me everything, you promised me thick and thin, yeah
Now you just say, "Oh, Romeo, yeah, you knowI used to have a scene with him"

Juliet, when we made love, you used to cryI said,
"I love you like the stars above, I love you till I die"
And there's a place for us, you know the movie song
When you gonna realize, it was just that the time was wrong, Juliet?

I can't do the talk, like the talk on the TV
And I can't do a love song, like the way it's meant to be
I can't do everything, but I'd do anything for you
I can't do anything except be in love with you

And all I do is miss you and the way we used to be
All I do is keep the beat, and the bad company
And all I do is kiss you, through the bars of Orion
Juliet, I'd do the stars with you any time

Juliet, when we made love, you used to cryI said,
"I love you like the stars above, I'll love you till I die"
There's a place for us, you know the movie song
When you gonna realize, it was just that the time was wrong, Juliet?

A lovestruck Romeo, he sings the streets of serenade
Laying everybody low with a love song that he made
Find a convenient streetlight, steps out of the shade
He says something like, "You and me, babe, how about it?"

13 fevereiro 2008

não tenham medo de tropeçar e cair ... o que importa mesmo é continuar!!

resolvi partilhar convosco estas palavras de incentivo que recebi...o que este texto nos diz já não é novidade nenhuma, mas há alturas que temos que ouvir de novo.

Subir pelo lado que desce

Viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce.
Ouvindo esta frase, imaginei qualquer pessoa nessa acrobacia que as crianças fazem ou tentam fazer: escalar aqueles degraus que nos puxam inexoravelmente para baixo. Perigo, loucura, inocência, ou uma boa metáfora do que fazemos diariamente?
Poucas vezes me deram um símbolo tão adequado para a vida, sobretudo naqueles períodos difíceis em que até pensar em sair da cama dá vontade de desistir. Tudo o que quereríamos era taparmos a cabeça e dormirmos, sem pensarmos em nada, fingindo que não estamos nem aí...
Porque Tanatos, isto é, a voz do poço e da morte, nos convoca a cada minuto para que, enfim, nos entreguemos e acomodemos. Só que acomodar-se é abrir a porta a tudo aquilo que nos faz cúmplices do negativo. Descansaremos, sim, mas tornando-nos filhos do tédio e amantes da pusilanimidade, personagens do teatro daqueles que constantemente desperdiçam os seus próprios talentos e dificultam a vida dos outros.
E o desperdício da nossa vida, talentos e oportunidades é o único débito que no final não se poderá saldar: estaremos no arquivo-morto.
Não que não tenhamos vontade ou motivos para desistir: corrupção, violência, drogas, doença, problemas no emprego, dramas na família, buracos na alma, solidão no casamento a que também nos acomodamos... tudo isso nos sufoca. Sobretudo, se pertencermos ao grupo cujo lema é: Pensar, nem pensar... e a vida que se lixe.
A escada rolante chama-nos para o fundo: não dou mais um passo, não luto, não me sacrifico mais. Para quê mudar, se a maior parte das pessoas nem pensa nisso e vive da mesma maneira, e da mesma maneira vai morrer?
Não vive (nem morrerá) da mesma maneira. Porque só nessa batalha consigo mesmo, percebendo engodos e superando barreiras, podemos também saborear a vida. Que até nos surpreende quando não se esperava, oferecendo-nos novos caminhos e novos desafios.
Mesmo que pareça quase uma condenação, a ideia de que viver é subir uma escada rolante pelo lado que desce é que nos permite sentir que afinal não somos assim tão insignificantes e tão incapazes.
Então, vamos à escada rolante: aqui e ali até conseguimos saltar degraus de dois em dois, como quando éramos crianças e muito mais livres, mais ousados e mais interessantes.
E porque não? Na pior das hipóteses, caímos, magoamo-nos por dentro e por fora, e podemos ainda uma vez... recomeçar.

Lya Luft
Pensar é transgredir
Lisboa, Presença, 2005

Lisboa-África

Neste caso são os pés africanos que tentam descobrir-se em terras ocidentais...


Lisboa Invisível
No âmbito do Ciclo Outras Vozes Lisboa-África, o Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, centra-se numa Lisboa que nem sempre está acessível aos olhos de todos. Trata-se dos rituais e culturas dos africanos que vivem na cidade. Em cena de 14 a 24 de Fevereiro.
Em "Lisboa Invisível", dá-se voz a narrativas normalmente emudecidas, encontram-se paradigmas comuns e especificidades e diferenças entre um grande grupo de pessoas com raízes africanas. Em comum, uma língua que os une apesar dos múltiplos sotaques.



TELEFONE
213257650
LOCAL
Lisboa,
Teatro Municipal de S. Luiz - R. Antº Maria Cardoso, 38-58
HORARIOS
De 14-02-2008 a 23-02-2008Quarta a sábado às 21h00Domingo às 17h30 (sessão com interpretação em língua gestual portuguesa)
OBSERVAÇÕES
Ciclo Outras Lisboas - África.
ENCENADOR/ES
Miguel Seabra, Natália Luiza

12 fevereiro 2008

Pé em Luanda

Quem sou eu? De que matéria serei feita? As minhas convicções serão maiores ou menores do que eu?
Não, não estou com uma crise de identidade. Pelo contrário: os meus pés andam bem assentes naquilo que eu sei que sou e no que quero. E tudo sem que possa escapar à minha condição de ocidental (para ser mais exacta, portuguesa e latina!) em terras tropicais.
Assim me vou descobrindo adjectivadamente ocidental... No tempo que sinto, nos caminhos que percorro, nas conversas que prolongo. E descobrir-me assim em Luanda tem sido uma aprendizagem, a beber o melhor que tenho aqui.

07 fevereiro 2008

Dei-me portanto a um exaustivo labor

Seguindo a sugestão de big foot, que tal começar com uma refeição no templo hindu e depois ir até ao CCB? De 11 a 19 de Fevereiro, há lá um ciclo dedicado a um antropólogo, documentarista e escritor de Angola, Ruy Duarte de Carvalho.


CICLO RUY DUARTE DE CARVALHO NO CCB
DEI-ME PORTANTO A UM EXAUSTIVO LABOR
11-02-2008 - 19-02-2008
Este novo ciclo do CCB é dedicado a um dos autores mais fecundos do espaço lusófono e da língua portuguesa. Na obra de Ruy Duarte de Carvalho, e em cada um dos seus livros, cruza-se uma rara multiplicidade de textos. É assim que o ficcionista é também etnógrafo e antropólogo, e ainda ensaísta, e a imaginação cinematográfica e fotográfica está sempre presente: quando etnógrafo, a auto-reflexividade do ensaísta cruza-se com o rigor da análise e da descrição; quando fotógrafo ou cineasta, também está presente a densidade do texto escrito, e a atenção do agrónomo para as paisagens geográficas e humanas; e sempre, em todo o seu trabalho, está o poeta, na busca incessante “da adequação da palavra à condição da experiência”, explorando deliberadamente “o miolo semântico das palavras”.

Durante uma semana será lançado um novo livro de Ruy Duarte de Carvalho sobre o cinema e as suas relações com a literatura e a antropologia. Após a leitura de textos, a sua obra escrita será discutida por um conjunto de leitores. Haverá também um debate sobre o lugar da imagem, cinematográfica e fotográfica, no seu trabalho. A exposição, concebida a partir da figura do caleidoscópio, trará a multiplicidade e complexidade da criação do autor angolano. Serão projectadas duas longas-metragens de ficção; e estarão visíveis em monitores uma grande quantidade dos seus documentários. Aspectos da sua obra literária serão também discutidos numa comunidade de leitores. A encenação de Manuel Wiborg, a partir do livro Vou lá visitar pastores, será reposta em dois espectáculos.

06 fevereiro 2008

Templo hindú RADHA-KRISHNA

Os meus pés têm andado desaparecidos... sem muito para contar e partilhar!

Mas hoje o meu regresso leva-nos a caminhar para outras culturas e continentes ... até ao Templo Radha-Krishna, um local de culto hindu em Lisboa que tive o prazer de conhecer este fim-de-semana.

Para além de reservado ao culto religioso, também podemos esperimentar a gastronomia caseira indiana.

Se quiserem viajar por momentos, deêm um saltinho até lá!



'RADHA-KRISHNA' DE TELHEIRAS CRESCE TODOS OS ANOS PARA SER O MAIOR DA EUROPA

O templo Radha-Krishna, em Lisboa, é uma obra em permanente construção desde finais de 1989. O local de culto para a população hindu que vive na capital ocupa onze hectares da Alameda Mahatma Gandhi em Telheiras, e quando ficar concluída, será o maior templo da Europa. Este é, no entanto, um objectivo que ainda não tem uma data, uma vez que a conclusão do complexo religioso depende sobretudo dos fundos angariados entre esta comunidade.
O templo Radha-Krishna é uma obra do arquitecto português Augusto da Silva, inspirada no estilo e na tradição arquitectónica indiana dos templos hindus. A parte reservada ao culto religioso, bem como o salão de festas e a cozinha, foram inaugurados em Novembro 1998, mas desde essa data o complexo foi crescendo cada vez mais. Hoje, além da biblioteca, das salas de jogos ou dos espaços destinados à formação profissional, o complexo conta ainda com uma creche, um centro de idosos ou um restaurante vegetariano. Restam ainda outras ambições como criar um posto médico e um pavilhão desportivo.
A Comunidade Hindu de Portugal conta com cerca de 15 mil membros e é reconhecida como uma Instituição Particular de Solidariedade Social. Mais de 50% desta comunidade vive sobretudo na Área Metropolitana de Lisboa e é principalmente oriunda do Estado indiano de Gujarat.


in http://lisboakamo.blogspot.com/2007/10/outros-credos-salpicam-lisboa.html

Luanda

Pezinho de lã anda por terras angolanas. Em breve, terei de mudar o meu nome para pé de chumbo, dada a quantidade de funge e feijão de óleo de palma que tenho comido. Viva a gula, aquele pecado capital tão interessante!


A contribuir para esse estado são os almoços de trabalho, que têm um "suponhamos" atrás e que acabam por não ser de trabalho, apenas de bom convívio kalu!

Outras novidades de Luanda: a cidade está cheia de polícias; o novo edifício da Sonagol tem um heliporto no telhado; os chineses multiplicam-se; os buracos na rua também; dos candongeuiros nem é bom falar...

Sugestão de leitura

O último número da edição portuguesa National Geographic tem como tema de destaque a geração de faraós núbios que governou o Egipto. Isso deu, nos anos 50 e 60 do século XX direito a algumas teses polémicas relacionadas com o poder dos africanos (mas isso são outros carnavais).
Não foi a reportagem que me suscitou mais interesse.
Revisitei a cidade romana de Ammaia, perto de Marvão, por onde andei no Carnaval do ano passado.
Mas o que vale mesmo a pena ler: uma reportagem sobre o poeta japonês Matsuo Bashô, um verdadeiro viajante no seu país, há mais de 300 anos. As fotografias são magníficas e o texto também. Afinal, e como ele escreveu, "Cada dia é uma viagem e a própria viagem é o lar".

03 fevereiro 2008

Pé em Luanda

O meu alojamento em Luanda fica a um pé do Estado Maior das Forças Armadas, a dois pés do Palácio Presidencial na Cidade Alta, a três pés da Assembleia Nacional e a quatro pés da Mutamba.
Por cá diz-se que Angola é Luanda e a capital é a Mutamba. Vejam como estou bem!
Bom pé de folia hoje, domingo de Carnaval! Eu vou até à Samba.

30 janeiro 2008

In A Little While

Um presente amigo num belo dueto:

http://br.youtube.com/watch?v=eRKlsB6BhZs

As boas surpresas são do melhor que há!

Tantos pés...

... que por aqui passaram...

Parabéns às 3000 visitas, pelo bom pé de gosto! :)

Uns pés para a História

Mahatma Gandhi, líder político e espiritual do movimento de independência da Índia, foi assassinado em Nova Deli no dia 30 de Janeiro de 1948 por um extremista hindu que não aceitava a sua tolerância em relação aos muçulmanos.
Gandhi ficou para a História como um exemplo de como se pode apelar à desobediência civil por meios pacíficos. A sua postura influenciou vários líderes, entre os quais o norte-americano Martin Luther King Jr.

29 janeiro 2008

Porque...

Porque se encontra sempre beleza, mesmo no meio do caos,
Porque as cores inundam de luz,
Porque é bom regressar e, ainda melhor, fazer o caminho de volta.

Um pôr-do-sol em Luanda

28 janeiro 2008

É tão bom

Vale a pena ver
castelos no mar alto
Vale a pena dar o salto
pra dentro do barco
rumo à maravilha
e pé ante pé
desembarcar na ilha
Pássaros com cores que nunca vi
que o arco-íris queria para si
eu vi
o que quis ver afinal


É tão bom uma amizade assim
Ai, faz tão bem saber com quem contar
Eu quero ir ver quem me quer assim
É bom para mim e é bom pra quem tão bem me quer

Vale a pena ver
o mundo aqui do alto
vale a pena dar o salto
Daqui vê-se tudo
às mil maravilhas
na terra as montanhas e no mar as ilhas
Queremos ir à lua mas voltar
convém dar a curva
sem se derrapar
na avenida do luar


Sérgio Godinho

24 janeiro 2008

Bom dia!



Hoje eu tenho asas nos pés

Só me apetece dançar

Há tantas caras bonitas

Tantas mãos a acenar

Eu sou um balão colorido e mágico

- Bom dia!



Ontem já passou

Amanhã pode ser bom

Mas hoje é o melhor dia que há

Nem preciso de fé

Eu felizmente não preciso de nada

- Bom dia!



Hoje eu sou um homem contente

Ao serviço do amor

Sou o próprio sonho

E desconheço a dor

Eu sou o vagabundo mais feliz que existe

- Bom dia!



Hoje eu sou mais forte dos deuses

Mais certeiro que a morte

Estou por cima da queda

Mais seguro que a sorte

Eu sou o universo inteiro a sorrir

- Bom dia!



Jorge Palma

23 janeiro 2008

Avanços no calçado

Um pés turistas mandaram-me esta foto, tirada na Huíla, sul de Angola. Estranhei o calçado da mumuíla. Folclorizações com detalhes?

21 janeiro 2008

Pés do nosso orgulho

Nelson Évora enche-nos muitas vezes de orgulho. Neste domingo, durante os
Campeonatos Regionais de Inverno, no Estádio Universitário de Lisboa, estabeleceu a melhor marca mundial do ano no salto em comprimento, com a bela distância de 7,96 metros.

Com este resultado, o atleta passou a liderar o "ranking" mundial em ambas as especialidades: triplo salto e salto em comprimento.

18 janeiro 2008

Pegadas


Your foot prints track where you've been and where you are headed.
Your hands express the curiosity and desire to explore all that is new.
Your heart holds true to who you've loved and who may be lucky,
to be loved by you.
Your eyes express the beam that shines from your innocent angel soul.

How I wish my foot prints were tracking me towards you on your first birthday.
How I wish my hands could lift you up and watch you through your explorations.
My heart has been blessed because you were born, and I have been lucky to be loved by you.
My eyes shine at the thought of being a witness to your precious life.

Poema do iraniano Negin Farrah Shapourian, tirado de http://www.poemhunter.com/poem/foot-prints/

17 janeiro 2008

Caminhar como um lírio...

A expressão "caminhar como um lírio" evoca as pegadas poéticas da beleza das palavras. Mas esconde uma penosa realidade: o sofrimento por que passavam algumas mulheres chinesas de tempos idos para ficarem com os pés como lótus. As mulheres de estatutos sociais elevados submetiam-se a terem os pés apertadíssimos por ligaduras para ficarem com eles bem pequeninos (e bem deformados!) a pontos de caberem em sapatos como este da imagem.

Questões de moda? Signo de erotismo e de beleza? E a tortura?

16 janeiro 2008

Quem é que não se lembra dos Estrunfes?


Os famosos gnomos azuis de barrete branco, criados pelo desenhador belga "Peyo", completam este ano meio século e não querem ficar por aqui. Novas aventuras se avizinham na televisão e no cinema.

A principal "marca" das celebrações será a digressão europeia, que levará milhares de "estrunfes" a invadir as ruas de diversas cidades europeias, numa iniciativa dirigida às crianças e cujas receitas reverterão a favor da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). A ideia consiste em "acordar" várias cidades uma certa manhã - os nomes e as datas mantêm-se em segredo - com diversos milhares de "estrunfes" (brancos) espalhados pelas ruas (na fila para os correios, à espera de autocarro, a brincar no jardim ou em qualquer outra actividade), que as crianças são convidadas a levar para casa e a decorar, sendo premiadas as obras mais criativas.